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Seminário da CUT sobre a política industrial defende contrapartidas sociais para investimentos públicos

15/08/2011

Representantes dos Ramos reiteraram que “Brasil Maior” precisa enfrentar juros altos e câmbio sobrevalorizado

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O Seminário da CUT sobre Política Industrial realizado na última terça-feira (9) em Brasília debateu a necessidade de contrapartidas sociais para os investimentos com recursos públicos e defendeu que o Plano “Brasil Maior”, anunciado pelo governo, enfrente os juros altos e o câmbio sobrevalorizado, que inviabilizam
a produção nacional. Após o debate inicial com representantes dos Ministérios e de distintas esferas governamentais, a mesa foi composta por representantes dos Ramos da Construção e da Madeira, Químico, Metalúrgico, Alimentação e Vestuário, que expuseram uma mesma compreensão: não pode haver
liberação de recursos públicos sem a garantia expressa de contrapartidas. Claudinho, presidente da Conticom (ao microfone), ao lado do presidente da CUT, Artur Henrique A bandeira dialoga com a posição já manifestada ao governo pela Conticom e pela CUT de que esta deve ser uma prerrogativa básica de qualquer investimento, sem o que os trabalhadores ficam inteiramente à mercê dos interesses do capital. 
DESENVOLVIMENTO - O presidente da Conticom-CUT, Cláudio Silva Gomes, alertou que “foram as isenções fiscais e os bilhões de investimentos aplicados na infraestrutura os motores do processo de crescimento do Ramo e do Brasil”. “Foram recursos do BNDES, do FGTS, do FAT, dinheiro do trabalhador que foi mobilizado para construir as grandes hidrelétricas, para o programa Minha Casa, Minha Vida, para tocar as obras da Copa. Agora vem esta desoneração sem contrapartida social e isso é inadmissível. Queremos que sejam exigidas dos empresários responsabilidades com a geração de emprego formal, com o combate à precarização, aos acidentes de trabalho, às mortes, mutilações e lesões que continuam
vitimando a nossa categoria”, sublinhou. Na mesma terça-feira, lembrou Claudinho, nove operários morreram após despencarem de um elevador numa obra em Salvador. O secretário geral da CUT, Quintino Severo, destacou a relevância das contribuições para o debate e enfatizou que os pontos elencados servirão para que a Central faça o enfrentamento com o capital num patamar superior, a partir de um raio x pormenorizado das diferentes realidades. 
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